A medicina sempre foi, para mim, uma escolha de cuidado. Desde a formação, em 2014, entendi que cada paciente carrega uma história inteira, e que meu papel vai muito além de diagnosticar. Estou aqui para caminhar junto, para oferecer segurança e clareza em cada etapa do envelhecer.
Minha trajetória passou pela Clínica Médica e pela Geriatria no Hospital das Clínicas da USP, onde aprendi que excelência não é um destino, mas uma prática diária. Ter sido residente, preceptora e médica assistente me deu a base sólida que sustenta cada conduta que aplico hoje: ética, ciência e responsabilidade.
Ao longo dos anos, atuei em diferentes frentes de cuidado ao idoso — consultório, domicílio, hospital e ensino. Foram milhares de encontros que moldaram meu olhar para algo que considero essencial: a medicina precisa ser técnica, sim, mas precisa ser profundamente humana. É no diálogo, no tempo dedicado e na escuta verdadeira que a confiança nasce.